CONHECE A HISTÓRIA DO CHIMARRÃO?

Bebida típica tradicional do Rio Grande do Sul feito da erva-mate é consumido no mundo inteiro.

Buenas amigos, como estão? Bem de bem?

Chimarrão é sempre um assunto de fundamento!

Não sei se existe alguma estatística de quantos “%” dos gaúchos consomem chimarrão diariamente, mas sabemos que é gente pra mais de metro, com toda certeza!

Pesquisando aqui e ali sobre mate, chimarrão, como fazer erva-mate, encontramos algumas informações interessantes sobre a Origem da PALAVRA Chimarrão, e também a HISTÓRIA do próprio chimarrão, ou seja, a bebida em si, e vamos te contar logo na sequência!

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ORIGEM DA PALAVRA CHIMARRÃO

Tem origens no vocabulário português e espanhol. Do Português Marron, além de outros significados, quer dizer clandestino.

Do Espanhol cimarrón, que significa bruto, chucro, bárbado, foi empregado em quase toda a América Latina, designando os animais domesticados que se tornaram selvagens.

A palavra chimarrão foi também empregada pelos colonizadores do Prata, para designar aquela rude e amarga bebida dos nativos, tomada sem nenhum outro ingrediente que lhe suavizasse o gosto.

HISTÓRIA DO CHIMARRÃO

Sabe-se que em tempos passados o preparo e comércio da erva foram proibidos no Paraguai, nada que os impediam de o fazerem uso clandestinamente naquela colônia Espanhola.

A partir do século XVII, no entanto, os mesmos mudaram sua atitude para com a bebida e passaram a incentivar seu uso com o objetivo de afastar a população local do consumo de bebidas alcoólicas.

Roberto Ave-Lallemant (1812-1884) visitando o Rio Grande do Sul em março de 1858, registra a importância folclórica do chimarrão: “O símbolo da paz, da concórdia, do completo entendimento – o mate! Todos os presentes tomaram o mate. Não se creia, todavia, que cada um tivesse sua bomba e sua cuia própria; nada disso! Assim perderia o mate toda a sua mística significação. Acontece com a cuia de mate como à tabaqueira. Esta anda de nariz em nariz e aquela de boca em boca. Primeiro sorveu um velho capitão. Depois um jovem, um pardo decente – o nome do mulato não se deve escrever; depois eu, depois o “spahi”, depois um mestiço de índio e afinal um português, todos pela ordem. Não há nisso, nenhuma pretensão de precedência, nenhum senhor e criado; é uma espécie de serviço divino, uma piedosa obra cristã, um comunismo moral, uma fraternidade verdadeiramente nobre, espiritualizada! Todos os homens se tornam irmãos, todos tomam o mate em comum!” (Viagem pelo Sul do Brasil, 1.º, 191. Rio de Janeiro, 1953).

Os primeiros povos de que se tem conhecimento de terem feito uso da erva-mate são os índios que habitavam a região sul do país e existem relatos de colonizadores desse local que contam que o consumo da erva era comum entre os moradores dali.

Os indígenas tomavam a bebida no Tacuapi (bomba antiga criada pelos índios com taquara). Com o passar do tempo, o hábito de tomar chimarrão foi passado dos índios para os colonizadores que experimentaram e gostaram do chimarrão e então foram criados utensílios para aprimorar e enfeitar essa prática.

chimarrão

Quando o chimarrão passou a ser consumido também pelos ricos, foram feitas cuias de prata, ouro, vidro e até mesmo de porcelana. Até a chaleira para esquentar a água poderia ser produzida de cobre ou prata e eram importadas da Catalunha ou de Lima. Com o aumento do consumo, aumentou também a produção da erva-mate e seu crescimento foi tanto que chegou a ser a mais importante atividade econômica brasileira da metade do século XVI até 1632.

O chimarrão chegou a ser proibido no sul do Brasil durante o século XVI, sendo considerado “erva do diabo” pelos padres jesuítas das reduções do Guairá.

chimarrao

A partir do século XVII, no entanto, eles mudaram de ideia com relação a bebida e passaram a incentivar seu uso com o objetivo de afastar a população local do consumo de bebidas alcoólicas. O consumo do chimarrão passou por algumas mudanças com o passar dos anos.

Até 1970 a erva utilizada na bebida era um pouco amarelada porque passava um período em repouso. Na Argentina, entretanto erva ainda passa por esse processo, porém pelo período de pelo menos um ano e meio no mínimo.

Seu consumo segue se desenvolvendo até os dias de hoje sendo possível encontrar o seu composto em bebidas, remédios, produtos de beleza, cerveja, refrigerante, licor, sorvetes e muito mais.

erva mate caseira

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