SÍMBOLOS DO RIO GRANDE DO SUL!

Todo povo deve cultuar a sua história, conheça todos os símbolos oficiais do Rio Grande do Sul.

O Rio Grande do Sul possui diversos elementos históricos que representam a sua cultura local. Com base nisso, foram instituídos diversos símbolos que representam as diversas vertentes culturais cultuadas por aqui.

Todo povo deve conhecer os seus símbolos oficiais a fim de não esquecer a essência de sua história.

Conheça abaixo todos os símbolos:

CAVALO CRIOULO:

O Cavalo Crioulo tem sua origem em cavalos espanhóis, trazidos pelos colonizadores no século XVI. Estabelecidos na América, principalmente na Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Peru e Brasil, muitos desses animais passaram a viver livres, formando manadas selvagens que, durante cerca de quatro séculos, enfrentaram temperaturas extremas e condições adversas de alimentação.

Graças a essas adversidades, o cavalo Crioulo adquiriu as suas principais características: rusticidade e resistência. Após um longo tempo, notando a importância deste animal, a partir do século XX passaram a ser reconhecidos mundialmente. Então, em 1932, foi fundada a ABCCC, com a missão de preservar e difundir o cavalo Crioulo no país.

Foi instituído símbolo do Rio Grande do Sul pela Lei 11.826/2002.

Para maiores informações, ENTENDA O CAVALO CRIOULO DE UMA VER POR TODAS.

cavalo crioulo

BRINCO-DE-PRINCESA:

Com a curiosa característica de poder apresentar pétalas e sépalas com cores e formas diferentes, a flor Brinco-de-Princesa, é considerada o símbolo do estado do Rio Grande do Sul através da Lei 38.400/1988. O seu nome científico, Fuchsia hybrida, faz referência a outras duas características da planta que é em alguns casos ter uma coloração fúcsia intensa bem como ser híbrida de espécies de plantas sul-americanas.

De maneira geral a planta apresenta ramagem pendente, contudo, podem ter variações, casos em que a planta tem ramagem ereta ou combinação de ramos caídos e retos. Pode ser conhecida ainda com outros nomes populares como lágrima, fúcsia e agrado. Trata-se de uma planta bastante querida dos amantes de jardinagem por atrair beija-flores para o jardim.

Brinco-de-princesa

MARCELA OU MACELA:

A macela ou marcela (nome científico: Achyrocline satureioides) é uma erva da flora brasileira, também conhecida por macela-do-campo, macelinha, macela de travesseiro, carrapichinho-de-agulha, camomila nacional etc.

Especificamente no Rio Grande do Sul há a tradição de colheita da macela na Sexta-Feira Santa, antes do sol nascer; pois acredita-se que a colheita nesse dia traga mais eficiência ao chá das flores. A planta é considerada um dos símbolos oficiais do Rio Grande do Sul.

Instituída símbolo pela Lei 11.858/1980

Marcela ou Macela

QUERO-QUERO

O quero-quero é uma ave territorial muito vigilante, e dá o alarme ao primeiro sinal de algum intruso em seus domínios, seja dia ou seja noite. Apesar de ser um bom voador, sendo visto a fazer acrobacias no céu, passa a maior parte do tempo em terra.

Além de símbolo oficial do Rio Grande do Sul (Lei 7.418/1980) também é símbolo oficial do Uruguai.

A título de exemplo de sua popularidade, aludindo ao seu papel de sentinela dos campos – pelo que é muito estimado pelos estancieiros e fazendeiros – cite-se Rui Barbosa, que em um discurso proferido em 1914 chamou a ave de “o chanceler dos potreiros. Este pássaro curioso, a que a natureza concedeu o penacho da garça real, o vôo do corvo e a laringe do gato, tem o dom de encher os descampados e sangas das macegas e canhadas com o grito estrídulo, rechinante, profundo, onde o gaúcho descobriu a fidelíssima onomatopéia que o batiza

Quero-quero

ERVA-MATE

A erva-mate é uma planta medicinal que apresenta um fino caule de cor cinza, folhas ovais e frutos pequenos de coloração verde ou vermelho-arroxeado. Ela é muito cultivada na região Sul do Brasil, sendo utilizada como remédio caseiro para o colesterol devido às propriedades que possui.

A erva-mate também é conhecida popularmente como mate ou congonha, sendo comercializada como chá mate. Seu nome científico é Ilex paraguariensis.

Símbolo do RS de acordo com a Lei 7.439/1980.

Ensinamos 6 PASSOS PARA FAZER ERVA-MATE, caso queira se aventurar!

erva-mate

CHIMARRÃO

O chimarrão, ou mate, é uma bebida característica da cultura do sul da América do Sul legada pelas culturas indígenas caingangue, guarani, aimaráe quíchua. É composto por uma cuia, uma bomba, erva-mate moída e água a aproximadamente 70 Grau Celsius.

O termo mate (oriundo do quíchuamati) como sinônimo de chimarrão é mais utilizado nos países de língua castelhana. O termo “chimarrão” é o mais adotado no Brasil, sendo um termo oriundo da palavra castelhana rioplatense cimarrón.

O termo “chimarrão” pode, ainda, designar qualquer bebida preparada sem açúcar; o gado domesticado que retornou ao estado de vida selvagem; e o cão sem dono, bravio, que se alimenta de animais que caça.

Contamos já também sobre os 10 MANDAMENTOS DO CHIMARRÃO e os 7 BENEFÍCIOS DA ERVA-MATE, tenho certeza que vais gostar de conhecer.

Símbolo do Rio Grande do Sul pela Lei 11.929/2003

CHURRASCO

O principal prato da culinária gaúcha é indiscutivelmente o churrasco. A simplicidade do preparo não descarta um certo refinamento. Desde os primeiros tempos, o gaúcho come churrasco. Os índios primitivos comiam carne de caça, de gado ou de potro atirada diretamente no fogo.

Símbolo do RS pela Lei 11.929/2003.

Conheça os SEGREDOS DO CHURRASCO GAÚCHO e também outros PRATOS TÍPICOS DA CULINÁRIA GAÚCHA.

Churrasco Costelão

HINO

O Hino Rio-Grandense que hoje é cantado possui uma história bastante peculiar. A partir de sua criação, muitas controvérsias se apresentaram no caminho até o formato atual. Existe o registro de três letras para a composição, desde os tempos do Decênio Heróico (como também se conhece a Revolução Farroupilha) até agora. Num espaço de tempo de quase um século, as três letras diferentes foram utilizadas até que uma comissão abalizada definisse o formato final.

Saiba muito mais sobre O HINO E SUAS VARIAÇÕES!

A lei 5.213 oficializou o Hino Farroupilha, ou Hino Rio-Grandense, em 5 de janeiro de 1966. A letra é de Francisco Pinto da Fontoura, a música de Comendador Maestro Joaquim José Mendanha e a harmonização de Antônio Corte Real.

BANDEIRA

Fontes literárias indicam que a Bandeira do Rio Grande do Sul é originária da época da Guerra dos Farrapos, em 1835, mas sem o brasão de armas até então. Sua autoria é controversa: enquanto alguns apontam Bernardo Pires, outros falam em José Mariano de Mattos. Algumas de suas características são de evidente inspiração maçônica, como as duas colunas que ladeiam o losango invertido, idênticas às encontradas em todos os templos maçônicos.

Foi adotada como símbolo oficial do Estado logo nos primeiros anos da república, sendo promulgada pela Constituição Estadual em 14 de julho de 1891. No entanto, nenhuma lei posterior foi criada regulamentando seu uso ou descrição.

Durante o Estado Novo (1937 a 1946), Getúlio Vargas suspendeu o uso dos símbolos estaduais e municipais, incluindo bandeiras e brasões. O restabelecimento viria somente em 5 de janeiro de 1966 pela lei nº 5.213.

Quer mais detalhes, então conheça a história da BANDEIRA QUE NASCEU NA GUERRA.

BRASÃO

O brasão rio-grandense é o mesmo da época dos farrapos com algumas pequenas modificações. Por isso possui a inscrição “República Rio-Grandense“, junto com a data do início da Revolução Farroupilha, 20 de setembro de 1835, data amplamente comemorada no estado.

Acredita-se que foi desenhado originalmente pelo padre Hidelbrando e em arte final pelo Major Bernardo Pires.

O Brasão foi adotado pela mesma Lei que instituiu o Hino e a Bandeira do Estado.

A Lei estadual nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.

Para maiores detalhes, CONHEÇA O SIGNIFICADO DO BRASÃO DO RIO GRANDE DO SUL.

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