BAILAR GAÚCHO: ENTRE A TÉCNICA E O SENTIR

bailar gaúcho

Conheça os detalhes do E-book BAILAR GAÚCHO: ENTRE A TÉCNICA E O SENTIR.

O objetivo deste estudo é auxiliar os leitores a entender a classificação das Danças Gaúchas de Projeção Folclórica dentro da geração/ciclo coreográfico, assunto este que João Carlos Paixão Cortes e Luis Carlos Barbosa Lessa mostraram em suas obras: Danças e Andanças da Tradição Gaúcha, 1975, Aspectos da Sociabilidade Gaúcha 1982, e só por Paixão Cortes nos livros: O Gaúcho, Danças, Trajes e Artesanato, e mais recentemente Bailes e Gerações dos Bailares Campestres, 2001.

Verificamos a necessidade de um livro que trate do assunto de forma mais aprofundada, que venha esclarecer, orientar e provocar mais interrogações. Este livro vem ao encontro das obras citadas no parágrafo anterior, ou seja, amadrinhada por aquelas. É mais um material didático para que as Instituições Educacionais, Centros Culturais, Bibliotecas e Entidades Tradicionalistas, tenham à disposição e sejam multiplicadores culturais.

As danças constituem um importante componente cultural para nós Brasileiros e, no caso do Rio Grande do Sul, que possui uma cultura tão rica e diversificada, a gama de modalidades é enorme e muito importante para nossas raízes. Nosso estado é rico em danças que representam as nossas tradições e a nossa cultura.

Aqui não houve danças de palco, muito menos de terreiro. Todas as danças gaúchas são de salão. Quaisquer que tenham sido suas origens imediatas, tiveram sua fonte primeira nos salões das grandes capitais sociais do mundo há um ou mais séculos atrás. Aparentam-se com as danças de salão de todo mundo e, retiradas as características de indumentária ou de instrumentação regional, ficam bem à mostra os seus dons universais.

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Quando apresentamos nossos temas de Projeção Folclórica, estamos desenvolvendo a expressão artística com base em tradições e costumes de um povo. Elas podem ser executadas de várias formas: individualmente, em pares, grupos, dependentes ou independentes, soltas livremente na sala, ou respeitando certa formação: roda, fila, meia lua. Aproximarmo-nos da forma original do dançar e cantar é nosso grande desafio, por isso a importância das características da geração/ciclo coreográfico de cada dança.

Não nos cabe dizer o que é certo ou errado e como se deve fazer. Nosso desejo é trazer aos leitores mais uma ferramenta que venha auxiliá-los em suas atividades. Algo que possa servir para esclarecer o entendimento como de fonte, onde os escritores vindouros possam colher elementos para enriquecer a gloriosa história da terra Sul Rio-grandense, por intermédio das Danças de Projeção Folclórica.

Assim como esta obra nasceu de dúvidas, ficamos esperançosos que outras venham estimular o interesse das pessoas sobre o assunto. Os subsídios servirão para enriquecimento.

“Devemos pensar que cultuar a Tradição e o Folclore não é somente viver rodeios, bailes, churrascadas, concursos de danças, concursos de prendas, participar de
festivais, mas acima de tudo é preservar a CULTURA ESPONTÂNEA DO POVO.”– Paixão Côrtes.

Convidamos o leitor para uma curiosa viagem, começando pela formação do povo gaúcho, até a classificação dos vinte e cinco temas bailáveis que constam no Manual de Danças Gaúchas do MTG-RS (Movimento Tradicionalista Gaúcho). Estas danças foram outrora da elite urbana européia, depois da elite urbana brasileira, depois da elite urbana Rio-grandense e finalmente do meio rural Rio-grandense. Desapareceram ou quase desapareceram, mas ressurgiram como danças de Projeção Folclórica.

Índice

Agradecimento – pg.13
Carta de Princípios – pg.17
Lei Nº 12.372 – pg.21
Apresentação – pg.23
Prefácio – pg.25
Aspéctos da Formação do Gaúcho – pg.29
Interpretação – pg.59
Gerações/Ciclos – .pg.75
Gerações/Ciclos Coreográficos das Danças Primitivas – pg.81
Gerações/Ciclos Coreográficos do Fandango – pg.86
Gerações/Ciclos Coreográficos do Minueto – pg..98
Gerações/Ciclos Coreográficos das Contradanças – pg.100
Gerações/Ciclos Coreográficos das Danças Enlaçadas – pg.104
Hibridismo – pg.110

Danças Ensaiadas – pg.113
Danças Especiais – pg.114
Danças Religiosas – pg.115
Teatralidade, Sapateio e Respeito à Mulher – pg.118
Principais Danças. Suas Características Interpretativas – pg.127
Anu – pg.127
Balaio – pg.130
Cana Verde – pg.132
Caranguejo – pg.134
Chico Sapateado – pg.135
Chimarrita – pg.137
Chimarrita Balão – pg.139
Chote das Duas Damas – pg.141
Chote Carreirinho – pg.143
Chote das Sete Voltas – pg.145
Chote de Quatro Passi – pg.147
Chote Inglês – pg.149
Avaneira Marcada – pg.151
Maçanico – pg.153

Meia Canha – .pg.155
Pau de Fitas – pg.157
Pezinho – pg.159
Queromana – pg.161
Rancheira de Carreirinha – pg.163
Rilo – pg.165
Roseira – pg.166
Sarrabalho – pg.168
Tatu com Volta no Meio – pg.170
Tatu de Castanholas – pg.173
Tirana do Lenço – pg.175
Para Reflexão – pg.177
Bibliografia – pg.183

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